Wednesday, March 31
#161 Foolin’
No trânsito, numa selva absurda, concretos que se atropelam. Dentes podres em janelas tortas. Catarse de gente que não sabe pra onde explodir. Fôssemos sérios, mergulharíamos na urgência irresístivel do abismo, mas somos caos auto organizados. Dia temos nomes, próprios à noite, quando não nos encontramos. Rio. Porque o segredo é a leveza. Como você não cansa de repetir e eu de te citar. O que se repete no ciclo, um circo. Vestidos de sonhos.